30 agentes públicos de Vitória e 55 estudantes de informática da Universidade FAESA participaram em junho de eventos gratuitos promovidos pela ABES, APCM, ESA e BSA, em parceria com o CNCP. O objetivo foi discutir a defesa da propriedade intelectual, tema que tem trazido sérios prejuízos para economia capixaba. Para se ter uma ideia, de acordo com o IDC somente em 2009 o Espírito Santo perdeu cerca de R$ 91 milhões por conta da pirataria de software e é, atualmente, o 11º estado com os maiores prejuízos.
Para reverter esse cenário, as entidades que representam os setores de software, games, filmes e músicas realizaram um treinamento técnico e jurídico para autoridades locais. “Na ocasião oferecemos o máximo de informações sobre esse tipo de crime, incluindo aspectos legislativos e exemplos práticos de cópias falsificadas”, comenta Antônio Eduardo Mendes da Silva, coordenador do Grupo de Defesa da Propriedade Intelectual da ABES.
Na palestra feita para os universitários o objetivo foi conscientizá-los sobre como a simples ação de comprar uma cópia ilegal pode impactar a geração de seu futuro emprego. “A ideia foi provocar uma reflexão sobre o tema e mostrar quantos empregos formais deixam de ser gerados no país anualmente”, detalha.
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